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Na terceira história intitulada um avô muito velho, narra em terceira pessoa a historio do velho Negro Loio seu primeiro amor, sua primeira esposa, seu crescimento nos negócios no mercado modelo e seu amor pela neta Pintinha. Uma singela e envolvente relação passada claro no Largo da Palma. Devido a uma violência desmedida e gratuita o avô precisa realizar um ato muito triste e doloroso que foi previsto pela sua primeira mulher inúmero anos antes.

UM AVÔ MUITO VELHO

Tema central: eutanásia. Abordagem lírica de um tema polêmico: amor extremado x sofrimento da amada. Morte Provocada

Foco narrativo

Narração em terceira pessoa, centrada no personagem Negro Loio.

O presente narrativo é o momento posterior a todos os fatos narrados:

O velho, quando aquilo aconteceu, trancou-se em si mesmo. (…) Sempre calado em seu canto… No quarto e no quintal, a tocar sua sanfona, como a esperar a morte e que todos o esquecessem.

O narrador desenvolve dois núcleos narrativos:

1- Núcleo Central: O Negro Loio e sua neta Pintinha.

2- Núcleo secundário: A vida do negro Loio.

Espaços – Largo da Palma (visão animista = tratado como ser vivo); a casa do Gravatá e Mercado Modelo.

Linguagem

Linguagem bem trabalhada, concisa, períodos curtos, incisivos. Tratamento lírico dado à narrativa e aos conflitos humanos abordados. Inversão como forma de enfatizar sentido do termo invertido “Companhias, se teve, foram duas: a sanfona e a saudade de Aparecida”. Observe a junção do concreto (sanfona) com o abstrato (saudade de Aparecida).

3- Narrativa: “Um avô muito velho”

O velho negro Loio sempre viveu em volta do Largo da Palma. Seu pai tinha uma venda no Mercado Modelo e tinha total confiança no filho. Tanto que ele não ligou quando Loio começou a ter um caso com uma prostituta chamada Aparecida. Ela era uma moça linda, que trabalhava como prostituta apenas aos sábados e nos demais dias tocava sanfona ou tirava a sorte de quem passava pela rua. Aliás, foi a sanfona que os ligou. Loio aprendera desde criança a tocar o instrumento.

Um certo dia, Loio pediu que Aparecida tirasse sua sorte. Ela, com o rosto sério de sempre, disse que ele “tinha uma morte em suas mãos”. Aparecida não conseguia viver sem os bares, a noite, as festas, e acabou voltando a se prostituir e se afastar de Loio. Até que um dia acharam seu corpo esfaqueado numa rua. Loio acabou se fechando em seu mundo, sempre a trabalhar na venda do pai e a tocar sanfona. Até que um dia seu pai morreu e deixou, junto com um dinheiro e um terreno, a venda como herança. Com o dinheiro ele comprou a loja ao lado da sua e conseguiu fazer com que a venda prosperasse, um dos únicos no Mercado Modelo a conseguir isso.

Algum tempo depois, Loio conheceu Verinha em um espetáculo de circo. Não demorou muito para que casassem e ele fosse morar com ela. Pouco tempo depois tiveram uma filha, Maria Eponina, e viveram todos juntos uns dez anos ali. Até que um dia Verinha acabou falecendo devido ao tifo. Algum tempo depois, sem que Loio nem reparasse, a mãe de Verinha faleceu e Maria Eponina já era uma moça e uma grande dona-de-casa.

Sem conseguir levar a venda sozinho, Loio contratou um ajudante. Chico Timóteo era um rapaz e tanto, que em pouco tempo já cuidava de tudo como se fosse sócio. Quando a mãe do moço faleceu, ele passou a comer na casa de Loio e, como era de se esperar, em pouco tempo já estava casado com Maria Eponina. Os dois tiveram uma filha, Pintinha, que se tornou o segundo amor do velho Loio. O outro era a sanfona.

Pintinha e Loio estavam sempre juntos a conversar e a tocar sanfona. Ele a levava e a buscava da escola. Mesmo quando Pintinha passou a ir com as amigas para a escola, quando ela voltava para a casa era com o avô que ficava. E quando o avô adoecia, ela era que cuidava dele. Loio fazia o mesmo se o contrário ocorresse. E assim Pintinha foi crescendo até que se tornou professora.

Sendo professora nova, colocaram-na para trabalhar em uma escola bem afastada. Pintinha nascera para a profissão e logo havia conquistado todos os alunos e professores, voltando para casa tarde da noite muitas vezes com presentes que ganhava deles. Porém, um dia ao invés de Pintinha veio um policial informando que a moça tinha sido violentada e espancada, por um milagre não morreu. Após duas cirurgias e algum tempo no hospital, Pintinha voltou para casa. Mas ela já não reconhecia ninguém e passava o dia sofrendo de dores.

Loio resolveu ir ter uma conversa franca com o médico, que lhe contou que Pintinha não tinha como se salvar. As cirurgias apenas prolongaram sua vida, mas ela estaria condenada a passar os dias sofrendo com dor até morrer. Então, ele resolve ir até a venda de um farmacêutico amigo seu no Mercado Modelo e lhe pede o veneno mais forte que tiver, dizendo que era para seu cachorro doente. Como ninguém ousaria duvidar de Loio, ele lhe entregou o veneno e lhe explicou como usar.

Chegando em casa, Loio foi deixado sozinho com a neta Pintinha, pois Maria Eponina iria sair. Sem hesitar, Loio mistura veneno com água em um copo e dá para neta beber. Ficou sentado na sala esperando a filha chegar e que viessem os gritos desesperados dela. Porém, Maria Eponina ao ver a filha morta apenas pediu que o pai trouxesse uma vela, sem nenhuma lágrima e quase sem voz.

3a Narrativa: “Um avô muito velho”

Loio: personagem principal tem dois amores em sua vida: a sanfona e a neta Pintinha. Pintinha: filha de Chico e Maria, é uma moça doce, bela e amável. Tem um grande amor por seu avô, Loio, com quem sempre esteve junto.

Chico Timóteo: homem muito bom e honesto, marido de Maria.

Maria Eponina: filha de Loio e Verinha.

Aparecida: mulher que trabalhava como tocadora de sanfona nas ruas, vidente e prostituta. Foi o amor de Loio na juventude.

Verinha: esposa de Loio, era a bondade em pessoa.

 

Dúvidas E-mail: eduardo_tt02@hotmail.com

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Os 300 espartanos e a cultura militar

Publicado: 15 de dezembro de 2012 em Uncategorized

 

Na época da Antiguidade existiam povos civilizados e povos bárbaros, mas nem todo povo dito bárbaro pelos gregos e romanos eram realmente bárbaros, como os celtas e os persas. Porém, existiam sim povos bárbaros, e muitos viviam do roubo, saque, estupravam mulheres, matavam, faziam o diabo, muitas vezes eram organizados em grande número. Então, era necessário os povos civilizados se organizarem e estarem prontos para a guerra. Prontos a qualquer momento. Os espartanos foram pegos de surpresam. Tem uma frase romana que explica isso: “Se você quer a paz, esteja preparado para a guerra.” Os persas formaram um grande império, e eram organizados, pesquise a história dos persas. Tanto que Alexandre O Grande resolveu absolver a cultura persa e conquistou esse império, preservando a cultura persa, absorvendo essa cultura oriental a cultura ocidental e criando a cultura helênica. No caso aqui, os espartanos queriam proteger a terra e a cultura grega e salvar a cultura grega do aniquilamento, do esquecimento. Os persas pretendiam varrer da história a cultura grega, tanto que quando chegaram em Atenas, mesmo a cidade vazia – pois a população foi avisada há tempo da ameaça persa e fugiram – os persas queimaram a cidade. Os persas, liderados por Xerxes, antes da campanha militar, fizeram reuniões e decidiram ir a oeste, ao ocidente, e conquistar toda a Europa, que para eles, ainda não tinha grande estrutura militar, cultural, civilizatória, com exceção dos gregos que eram organizados em cidades-estados, e quando surgia uma ameaça estrangeira, as cidades-estados gregas paravam de guerrear entre si, e se uniam para defender a Grécia. Um povo, uma língua, uma cultura. Então, os persas, decidiram começar a campanha destruindo os gregos, e assim, com a destruição dos gregos, ficava mais fácil conquistar toda a Europa.

Atenas e Esparta, apesar de serem cidades gregas, falarem a mesma língua, serem da mesma religião, eram rivais e de culturas diferentes. Enquanto Atenas era intelectualizada, e a população prolongava-se nos seus diálogos, Esparta era mais prática, procurava dizer tudo em poucas palavras, e era de uma cultura militar. As crianças, em Esparta, quando nasciam, eram analisadas se tinham algum defeito, alguma deformação, e etc, se tivesse, eram jogadas do alto de uma montanha para a morte. Se fosse sadia, sem “defeitos”, a criança era entregue a mãe, que cuidava dos filhos até os 7 anos. Com 7 anos, a criança era dada ao Estado, para ser criada pelo Estado, preparando desde pequeno para a guerra. Com 12 anos, a criança era solta na selva, peregrinando nas florestas, se alimentado do que conseguia caçar, e até roubar. Vivendo por conta própria. O roubo era permitido em Esparta, por que numa guerra, para se alimentar, um soldado teria que roubar da população da região da guerra, e roubar com perfeição, sem ser percebido, para não haver problemas. Por isso Esparta incentivava o roubo. Para o soldado se aperfeiçoar na arte do roubo. E puniam severamente se os soldados fossem pegos no roubo, não por que roubaram, mas por que demonstrou fraqueza ao dar brecha para serem descobertos. Depois de alguns anos voltavam, e com 17 anos, passavam por uma iniciação, se fossem aprovados, eram considerados adultos e tinham direito a um lote de terra.

Sobre a batalha das Termópilas e os 300 espartanos, aconselho você, Eduardo , a lerem o livro “Portões de Fogo” do escritor Steven Pressfield. Portões de Fogo é o significado de Termópilas. Lá nas Termópilas, tem um busto do general espartano Leônidas com a frase: “Que venham buscá-las”, que foi o que Leônidas disse aos persas quando os persas pediram suas armas. Os espartanos foram pegos de surpresa, como disse, e Leônidas escolheu somente 300 espartanos para segurar os persas por 3 dias, dando tempo de toda a Grécia se organizar para combater os persas. E o objetivo foi alcançado, apesar deles terem morrido. Morreram por que um nativo da região disse um atalho que dava para encurralar os 300 espartanos. Pela configuração geográfica do local, os persas tinham que passar por esse corredor, mas importava mais qualidade do que quantidade, por ser uma passagem estreita, perfeita para os 300 espartanos.

Leônidas escolheu os 300 espartanos por causa de suas esposas, pela qualidade de suas esposas, pois, se esses soldados morressem, e provavelmente morreriam, suas esposas ficariam responsáveis de educarem o lar e passar o legado dos finados maridos para as futuras gerações. As mulheres espartanas recebiam uma educação parecida com a dos homens. Pois, acreditavam os espartanos, que para gerar homens fortes, tinham que haver mulheres fortes, mães fortes. Também por que muitas vezes os homens passavam longos anos na guerra, e a mulher seria responsável para zelar pela família e pela casa.

Então os 300 foram para a batalha. Se uniram a eles soldados da região em volta, nativos das regiões próximas, que não eram tão organizados como os espartanos, mas sua união aos 300 foi bem vinda. Dizem que os persas contavam com 1 milhão de soldados. Alguns falam até 2 milhões. Xerxes, imperador persa, mandou o primeiro batalhão para enfrentar os 300. Esse batalhão foi aniquilado. Xerxes, curioso com tamanha habilidade militar dos espartanos, mandou alguns persas observarem de longe, escondido, o que os espartanos faziam antes das batalhas, e viram eles se arrumaram cuidadosamente, como se estivessem indo para uma festa. Serenidade importante na hora da batalha. Aliais, os discursos antes das batalhas não podiam ser muito emocionados, para não tirar o estado de serenidade dos espartanos. Então, na segunda batalha, Xerxes vendo a qualidade dos 300, mandou seus melhores soldados: “os imortais”. Eram assim chamados, pois, quando um persa caia, tombava, outro o substituía, mantendo o mesmo número do batalhão. Mas os imortais foram derrotados facilmente pelos 300 espartanos. Abaixando a moral do exército persa. E por três dias, os 300 venceram. Por causa da traição do nativo que revelou um local que dava para encurralar os 300, foram mortos. Mas já era tarde para os persas, toda a Grécia foi avisada e a marinha ateniense derrotou a marinha persa, além dos persas perderem outras batalhas em terra. Assim os persas perderam e a civilização ocidental foi salva do esquecimento. Uma frase marcante de Leônidas foi dita quando um persa disse: “Nossas flechas cobrem a luz do sol”; e Leônidas respondeu: “Que bom, lutaremos na sombra”.

 

Qualquer dúvida ou palpite no E-mail: eduardo_tt02@hotmail.com

REFLITA

Publicado: 5 de setembro de 2012 em Uncategorized

 

 

ImagemTudo tem a ver com o que não se espera. Acredito que quanto menos se espera da vida mais ela pode dar. Quantas e quantas pessoas no mundo começam o seu dia com expectativas e quando ele finalmente chega ao fim encontram uma frustração e pensam que não há porque sorrir.

Já notaram que o mais brilhante que pode nos acontecer chega do nada, sem que a gente espere e fica como uma lembrança que não pode nos ser tirada. São momentos que trazemos de volta em horas em que nada mais faz sentido, que não nos encontramos e que tudo está confuso.
Sim eu não esperava por amigos e amigas maravilhosas e mesmo assim os tenho. Não esperava por esse blog ou por descobrir que eu podia fazer uma coisa diferente e fiz. Não esperava ter me apaixonado por alguém tão diferente de mim e mesmo depois do fim e de muito tempo ainda ter lembranças, mas me apaixonei. Não acreditava ser possível parecer tão perdida tendo chego o momento de estar certa, mas estou. Gostaria de não ter me preocupado com tantas coisas, mas me preocupei.
A vida não tem a ver com o que queremos e esperamos e sim com aquilo que nos surpreende. Tudo pode acontecer de uma forma maravilhosa e no fim seria como se tivéssemos planejado cada passo que não estava previsto. A vida é como um grande corredor com muitas portas e antes do fim dele tenha certeza de que muitas delas serão abertas por engano antes que encontremos a certa.

A porta certa depois de aberta nos trará o que sempre tentamos buscar, a felicidade. 

NOVO GOLF GTI

Publicado: 26 de junho de 2012 em Uncategorized

Veja como será o novo Golf GTI que vem ao Brasil

A Volkswagen prepara a apresentação oficial da sétima geração do Golf GTI para o Salão do Automóvel de Paris, em setembro. Mas a revista inglesa Auto Expre...
Foto 1 de 10A Volkswagen prepara a apresentação oficial da sétima geração do Golf GTI para o Salão do Automóvel de Paris, em setembro. Mas a revista inglesa Auto Express, baseada nos últimos flagras do carro camuflado, renovou as projeções que mostram como ficará o modelo. A boa notícia, para os brasileiros, é que o novo hatch também deverá ser vendido no País. Veja mais nas próximas imagens

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Spotlight on Street Photography Blogs

Publicado: 26 de junho de 2012 em Uncategorized

The WordPress.com Blog

Public places, candid snapshots, fleeting moments captured. That’s what street photography is all about, and the following eight blogs do it beautifully:

Jimmy on the Run


365 From the Archive


Über die Webbographie


Sami Alramyan


Without an H


Perpetuum Mobile


A Walk with My Camera


Bones, Mugs & Harmony

Feeling inspired? Create your own photoblog with one of our gorgeous photography themes, and check out these handy tips if you’re new to photoblogging. Or, start incorporating more photographs on your current blog by getting in on the weekly photo challenge over at The Daily Post.

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Frases

Publicado: 24 de março de 2012 em Uncategorized

‘   –    Meus amigos podem parecer idiotas pra vocês, mais pra mim eles são normais 😀

‘   –   Não tenho tempo pra lembrar de quem mim deixou triste, estou ocupado vivendo com quem mim faz feliz.

‘  –   A vida é feita de capitulos e um capitulo ruim não quer dizer que seje o fim da história.

‘   –   Minha força vem de um Deus que faz milagres, minha Fé esta além do impossivel, minha esperança viva esta….

‘   –   Nem sempre o que queremos é o querer de Deus pra nóis, tudo acontece no seu tempo.

‘   –   Se amanhã não for nada disso caberá só a mim esqueçer, e eu vou sobreviver o que eu ganho e o que eu perco ninguém precisa saber.

‘   –   Nem sempre existirão pessoas do teu lado, por isso aprenda a viver SOZINHO.

‘   –   Nem sempre existirão pessoas do teu lado, por isso aprenda a viver SOZINHO.

‘   –   Não confunda minha ironia com falta de educação.

‘   –   Deus marcou o tempo certo para cada coisa.

‘   –   Se o tempo é minha estrada meu passado é contra mão.

 

 

Publicado: 17 de março de 2012 em Uncategorized

Blog do Moreira

Galo segue tentando a contratação de meia chileno

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